O que é a Internet das Coisas e como ela vem sendo usada?

Muitos livros e filmes de ficção científica que retratam o futuro costumam mostrar objetos inteligentes, capazes de interagir com o usuário e de ir muito além das suas funções básicas.

Nos últimos anos, esse conceito saiu das páginas e telas para se tornar realidade. Hoje, essa tecnologia recebeu o nome de Internet of Things — ou “Internet das Coisas”, em português. Mas você sabe exatamente o que é isso e qual é a sua utilidade no meio corporativo? É o que explicaremos no post de hoje. Acompanhe!

O que é a Internet das Coisas?

O termo vem ganhando espaço nos últimos anos e já está em várias casas e escritórios por aí. A Internet das Coisas transforma objetos e eletrodomésticos em aparelhos ativos, que detectam e informam falhas — como o fim da vida útil do produto ou o prazo de validade —, controlam temperaturas, avisam que a porta ficou aberta e uma série de funcionalidades que variam de acordo com o item.

Os aparelhos são totalmente conectados à rede, e o dono recebe as informações em seu computador, tablet ou smartfone de onde estiver, como se fossem mensagens de uma secretária.

Geladeira inteligente: o produto pioneiro

A geladeira inteligente foi um dos primeiros eletrodomésticos comercializados dessa forma, e pode detectar alimentos que estão em seu interior, mudar a temperatura de cada bandeja e até informar quando um produto está chegando ao fim para que seja reposto.

As mais atuais podem também indicar lojas onde há o produto, informando rotas e preços. Outro produto muito conhecido e popular hoje são TVs inteligentes, que permitem assistir conteúdos diretamente da internet.

A criatividade a serviço da tecnologia

Quando se fala em criatividade prática da Internet das Coisas, é porque o campo é tão vasto que tudo parece ser passível de adquirir inteligência artificial. E o consumidor quer novidades.

A geladeira que citamos, por exemplo, também pode apresentar receitas culinárias, a lâmpada da sala pode acender com palmas ou mesmo um simples olhar e o ar condicionado pode ligar-se automaticamente ao perceber a proximidade da pessoa que deseja acioná-lo.

Até mesmo carros mais modernos estão conectados à rede e oferecem online inúmeras informações mecânicas, mapas e outras dicas, inclusive um mecanismo de segurança contra roubos.

A Internet das Coisas é um campo aberto de possibilidades criadas a partir da necessidade de ter informações à mão. Porém, muito mais do que aumentar as funcionalidades de eletrodomésticos e torná-los mais caros, a internet das coisas pode ser aplicada em empresas diversas, hospitais, fábricas, agropecuária, pesca, logística, serviços públicos, colégios, lojas e no transporte público, facilitando a vida de todos.

A Internet das Coisas nas empresas

Os empresários estão descobrindo aos poucos as inúmeras possibilidades da Internet das Coisas como grande solução para diminuir custos e ganhar tempo. Ela se enquadra em todos os segmentos e tamanhos de empresas, inclusive na área de serviços e na indústria.

Para a gestão empresarial, pode diminuir a burocracia interna, controlar a logística e o transporte de mercadorias, produtividade, entrada e saída de funcionários, gerência de estoque, entre outros. Dessa forma, os relatórios ficam muito mais completos e é possível detectar as falhas do sistema global da empresa, criando soluções.

Também pode estar ligada diretamente à economia do negócio, com a diminuição de custos internos como energia elétrica, telefone e insumos, ou para melhorar o relacionamento da empresa com o cliente.

Boas ideias

Algumas empresas estão à frente da concorrência e já usam a Internet das Coisas em seu dia a dia e na fabricação de produtos. Conheça alguns deles a seguir:

Philips Lighting

A Philips Lighting produz lâmpadas LED que podem ser configuradas via web para mudar sua intensidade, ligar ou desligar.

Nest

A Nest desenvolve termostatos que medem a temperatura local, ajustando-a automaticamente.

Transport For London

A Transport For London está renovando as tecnologias de controle do metrô londrino por meio de sensores conectados à nuvem em seus vagões, detectando problemas em tempo real em painéis digitais de controle central. Com o sistema, os reparos necessários são feitos em muito menos tempo do que antes da sua implantação. Fantástico, não é mesmo?

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