Análise de dados: o que mudou desde os anos 2000?

Camarão que dorme a onda leva. A frase se encaixa perfeitamente no contexto da análise de dados. Tem muitas empresas sendo levadas pelas ondas que estão revolucionando a forma como lidamos com a informação. Enquanto isso, organizações com modelos de gestão baseados em inteligência competitiva estão surfando muito bem nesse mar de oportunidades.

O que diferencia um grupo do outro não é mais só a capacidade de obter dados, mas, sim, a forma como essas informações são convertidas em estratégia. Nesse processo, sai na frente quem acompanha todas as tecnologias que estão elevando nossa capacidade analítica de forma vertiginosa, desde o início deste século. Quer conhecer melhor essa trajetória? Fique ligado no nosso artigo!

A transformação de dados em estratégia

Informação é poder e um diferencial competitivo em qualquer segmento. Mas para aproveitar todo seu potencial é indispensável recorrer à análise de dados, mecanismo que tem evoluído expressivamente nas últimas duas décadas.

Sem análise, os dados têm pouco efeito prático. Para converter informação em estratégia é preciso ter um propósito que conduzirá a apuração mais assertiva. Esse foi um processo que se desenvolveu gradualmente, mas de forma muito acelerada desde o início dos anos 2000.

Hoje, esse é um dos recursos indispensável entre os grandes players do mercado nas mais variadas esferas: inovação, gestão e relacionamento com consumidores e clientes por meio da aplicação do marketing por dados.

Além disso, a análise de dados facilita a tomada de decisões, permitindo a definição de estratégias assertivas, e abre oportunidades de negócios. Em um cenário de competitividade cada vez maior, sair na frente faz toda a diferença. Conheça mais sobre as mudanças que estão impulsionando a era da informação.

As três ondas que revolucionaram a informação

Uma forma de compreender o processo evolutivo que impulsionou a análise de dados foi elaborada pela Kleiner Perkins Caufield & Byers (KPCB), que a partir de um estudo identificou que as mudanças se concentram em três grandes ondas de avanços. Confira cada uma delas:

1. Primeira onda

A primeira onda começa entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, quando a quantidade de dados disponíveis ainda era restrita, com armazenamento de custo elevado. Essa é a fase descrita pela consultoria como sendo a do Oracle e Sybase.

2. Segunda onda

A segunda onda é caracterizada pela explosão de dados. Essa é, portanto, a era do Big Data. A obtenção das informações se tornou mais fácil e o armazenamento mais barato. Entretanto, os sistemas ainda descentralizados dificultavam uma análise mais aprofundada do conteúdo.

A infraestrutura que tornou possível esse contexto surgiu a partir de sistemas como Hadoop, Teradata, Netezza, NetApp, EMC e Greenplum.

3. Terceira onda

A revolução, de fato, se deu com a terceira onda, quando ocorre a massificação da inteligência e integração de dados. Os sistemas se tornaram penetrantes e o armazenamento ficou mais rápido, com instrumentos de dados cada vez mais aplicados aos negócios. Nesse período a infraestrutura ganhou reforço com Redshift, BigQuery, Spark e Presto.

O marketing é um dos segmentos que mais tem se beneficiado dessas mudanças. No Brasil, sobretudo nos últimos cinco anos, o universo digital tem dominado investimentos de marketing. Não é à toa, afinal de contas, que os consumidores estão nas mídias sociais. Os dados têm sido fundamentais na aplicação de estratégias de mercado.

Como você viu, as tecnologias para análise de dados evoluíram muito rapidamente. Essas são transformações que impactam a competitividade empresarial na mesma medida.

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